Ignóbil atitude, sim. e não deve ser levada à seriedade e aceitar crua tal insanidade.
aplaudo agora sua ausência. não que ela me faça feliz ou melhor. aplaudo a realidade da tua falta que me rasga o peito em chama. e rasgo os cabelos em força bruta de tanto ódio mortal à mim. me firo em pavor ao meu passado que te feriu. me queimo em angústia de palavras que te queimaram. morro em atitudes antiquíssimas que te mataram.
dorme bem, meu anjo rococó. você merece a vida mais linda e doce e que eu nunca poderei/poderia te dar. você merece um trono de baunilha no céu. num céu de diamantes. você merece um mundo maior que nem você pode lhe dar. "não sei o que sinto por você. tenho medo que seja amor. amor: o que será que essa palavra significa? mistérios." bachi.
sábado, 5 de setembro de 2009
domingo, 30 de agosto de 2009
what about
what about today?
what about this last week?
what about this last fortnight?
what about this last month?
what about this last year?
what about this last eighteen years?
what about this life?
what about me?
in the end we are nothing. and i have nothing to wear.
what about this last week?
what about this last fortnight?
what about this last month?
what about this last year?
what about this last eighteen years?
what about this life?
what about me?
in the end we are nothing. and i have nothing to wear.
domingo, 19 de julho de 2009
quero completar, terminar isso que chamamos vida. mas antes necessito acabar o que começo. livros parados pelos últimos capítulos. musicas escutadas pela metade. copos de vinho esquecidos e cigarros abandonados feito chocolates. iniciar tudo de novo, pra ter um novo fim. novo?: se nunca houve algum como posso chamá-lo novo? tenho que recomeçar tudo e ir até o fim. entendo você se você que você quiser ir embora. desistir é tão bom, quando não tem mais jeito que dê jeito. comecei há algumas semanas 'o encontro marcado', prometo a mim mesmo chegar ao fim desse.
próxima meta: escrever uma bela crônica (num domingo) e mandar (via correios) pra Adriana.
próxima meta: escrever uma bela crônica (num domingo) e mandar (via correios) pra Adriana.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
estou a meses (desde janeiro) sem escrever. tenho parido algumas cronicas, alguns pensamentos vagos, algumas ironias existencialistas. tenho me destruído também. um porre no ano-novo. um semi-porre no carnaval. sexo casual quase semanal. uma saudade negra que me corrói a cada dia e me "desfará em pó nas luzes do amanhecer, como um vampiro louco". estou ausente de mim assim como estou ausente dos outros. me reconforta uma volta maldita (e angelical) na minha vida. comecei a fumar também. não por birra, nem por revolta. só um desejo louco de estar mais fora de mim do que já me encontro normal(?)mente.
sábado, 21 de março de 2009
te busquei como se fosses o último. eras. és. o que fazer quando tudo nem começa e acaba como se fossem anos e anos de trepadas diárias, temerosas e insanas. insanos fomos nós acharmos que algum dia seríamos e estaríamos junto para sempre. eu não te odeio, afinal. você é meu amigo, mas tenho um coração e não sei o que fazer dele. estou esperando me morrer um pouco antes que eu possa dizer fim, adeus, nunca-mais.
"e toda essa merda educada que se diz quando o coração ficou inteiramente gelado."(c.f.a.)
sinto saudades do meu rei pernambucano. aparece, anjo barroco. tua ausência tem quebrado todos os ossos do meu coração.
"e toda essa merda educada que se diz quando o coração ficou inteiramente gelado."(c.f.a.)
sinto saudades do meu rei pernambucano. aparece, anjo barroco. tua ausência tem quebrado todos os ossos do meu coração.
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